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Nós do Grupo Pão de Açúcar trabalhamos em busca de resultados, acreditamos no prazer em servir como um diferencial em nosso posicionamento e reconhecemos a importância da diversidade das pessoas e de suas idéias. Para compor nosso capital humano buscamos profissionais que se animem a viver as oportunidades e os desafios que a Empresa oferece. Venha fazer parte dessa equipe de Gente Feliz. Conheça nossas oportunidades de trabalho e cadastre seu currículo aqui.
Histórico1940 – Em 1948, o imigrante português Valentim dos Santos Diniz funda a doceira Pão de Açúcar. Era o início de um dos maiores grupos empresariais brasileiros, que não só desempenhasse suas funções comerciais, mas também cumprisse uma função social. 1950 – Com o desenvolvimento dos negócios, após quatro anos foram abertas duas filiais e, em 1959, é inaugurado o primeiro supermercado da rede. 1960 – Após a incorporação da cadeia Sirva-se, em 1965, a rede chegava a 11 lojas. No ano seguinte, é inaugurada em Santos a primeira loja fora da cidade de São Paulo. Em 1968, quando a rede já era composta por 64 lojas, foi criada a Divisão Internacional, fazendo com que as lojas do Grupo Pão de Açúcar (GPA) chegassem a Portugal, Angola e Espanha. 1970 – Na década de 70, o Grupo passou por uma grande expansão, com a aquisição da rede Eletroradiobraz e com a inauguração da primeira geração de hipermercados do país, as lojas Jumbo. Em 1978, as redes de supermercados Superbom, Peg-pag e Mercantil são adquiridas. E, em 1979, inaugura a rede Minibox, um conceito de lojas despojadas, com um número reduzido de itens e preços muito competitivos, direcionadas à população de baixa renda. 1980 – A diversificação dos negócios é marcada pela aquisição de cinco lojas do Bazar 13 e mais seis da rede Morita. Em 1980, são inaugurados os dois primeiros Superbox, um novo conceito de grandes depósitos de produtos alimentícios, que alcançou muito sucesso e logo se somaram mais nove lojas. Em 1989, O Grupo começa a atuar fortemente no cenário dos hipermercados de segunda geração com a criação das lojas Extra, que além de operarem com grandes áreas de vendas, oferecem tecnologia de ponta e uma grande variedade de produtos. 1990 – Para resgatar a eficiência perdida em seu rápido crescimento, o Grupo Pão de Açúcar começou os anos de 1990 fazendo uma enorme reengenharia, norteada pela concentração de seus negócios no varejo alimentício. Ao final deste processo, passou a operar com quatro formatos de loja: Pão de Açúcar, Extra, Superbox e Eletro. 1995 – Com o objetivo de obter fundos para financiar sua expansão, organizou sua oferta pública inicial, em outubro de 1995, na qual obteve US$ 112,1 milhões. Esta foi a primeira emissão de ações preferenciais de uma companhia varejista de alimentos na Bolsa de Valores de São Paulo – Bovespa. 1997 – Em maio de 1997, foram captados US$ 172,5 milhões na NYSE (primeiras ADRs listadas na Bolsa de Nova York por uma empresa varejista brasileira). No mesmo ano, o modelo de operação independente de lojas foi substituído por um sistema mais centralizado, com a responsabilidade pelas compras sendo transferida para a divisão Comercial. A distribuição e outras funções administrativas também foram centralizadas, em busca de maior economia de escala. 1998 – O formato das lojas foi ajustado de acordo com as expectativas e necessidades dos diferentes segmentos da população: Pão de Açúcar para um público com maior poder aquisitivo e Barateiro, adquirido em 1998, com alvo nas classes de renda mais baixa. 1999 – Em fevereiro de 1999 foi adquirida a rede Peralta de Supermercados, composta por 37 supermercados e 1 hipermercado. Em agosto do mesmo ano, associou-se ao Grupo francês Casino, adquirindo 24,5% do controle (faturamento em 2006 de €$ 35.064 milhões). 2000 – Os principais investimentos do Grupo Pão de Açúcar em 2000 foram direcionados para aquisições, reformas, conversões e abertura de novas de lojas, o que fez superar suas metas de crescimento estabelecidas para o ano. Foram abertas 16 novas lojas e adquiridas outras 64, resultando em um aumento de 23% na área de vendas. As principais redes adquiridas foram: Reimberg e Nagumo, na cidade de São Paulo; Parati, em Curitiba (PR); Rosado, na região do Vale do Paraíba (SP) e Mercadinho São Luiz, em Fortaleza (CE). Nesse mesmo ano o Grupo, reforçou sua estrutura de distribuição e de tecnologia: além da construção de um novo Data Center, foram abertos três novos centros de distribuição no Estado de São Paulo, além de depósitos regionais em Brasília, Curitiba e Fortaleza, totalizando uma área de distribuição de cerca de 350 mil metros quadrados. 2001 – O formato Barateiro foi relançado com uma maior variedade de produtos e equilíbrio entre marcas líderes de mercado, marcas próprias e produtos de baixo preço. Em novembro, foram adquiridas 26 lojas da rede Supermercados ABC, no Estado do Rio de Janeiro. 2002 – No mês de junho, o Grupo adquire a rede Sé Supermercados, com 60 lojas em operação em 16 municípios do Estado de São Paulo e faturamento bruto de R$ 1 bilhão. Outro fato importante do ano foi a reintegração de 12 lojas, em Recife (PE), da Rede Comprebem, com área total de vendas de 11.840 metros quadrados e faturamento bruto de R$ 122,2 milhões. 2003 – Em dezembro de 2003, associa-se à rede Sendas, líder do segmento no Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de fortalecer sua participação na região e consolidar a liderança no mercado nacional. 2004 – Em 2004, fechou parceria com o Itaú, segundo maior banco privado do país em ativos totais, para a criação de uma nova companhia direcionada à ampliação de produtos e serviços financeiros oferecidos aos seus clientes. 2005 – Em 2005 demos um passo importante no sentido da perpetuação do Grupo Pão de Açúcar e alinhamento de interesses entre acionistas controladores e minoritários. Com a criação de uma nova holding, o controle do Grupo passou a ser compartilhado de forma igualitária (50% para cada) entre Abilio Diniz e o Grupo Casino. 2006 – Para fazer parte do segmento de varejo que mais cresce no país nos últimos anos – o de lojas com até quatro check-outs –, o Grupo Pão de Açúcar criou o Extra Perto – um novo modelo de loja, inspirado no modelo europeu de varejo de conveniência. Perfil CorporativoCom market share de 13.3% e vendas totais de R$ 17,6 bilhões em 2007, o Grupo Pão de Açúcar ocupa o segundo lugar no segmento varejista do Brasil. A rede está presente em 14 estados e no Distrito Federal, com 575 lojas, mais de 1,3 milhão de metros quadrados de área de vendas, cerca de 66 mil colaboradores e 19 centrais de distribuição. Sua atuação é sustentada por uma estrutura multiformato, com um equilíbrio entre supermercados, hipermercados, lojas de produtos eletrônicos/eletrodomésticos, lojas de conveniência, "atacarejo" e operações de comércio eletrônico, que permitem atender às expectativas necessidades de consumidores de diferentes regiões e classes socioeconômicas: supermercados de vizinhança para as classes de maior poder aquisitivo (Pão de Açúcar), supermercados direcionados ao público de menor poder aquisitivo (CompreBem, Extra Perto e Sendas), hipermercados (Extras), lojas de eletroeletrônicos (Extra-Eletro), "atacarejo"(Assai) e lojas de convêniencia (Extra Fácil). Fundada em 1948, a Companhia tem, desde 1995, as suas ações listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (PCAR4) e ADR’s na Bolsa de Nova York (CBD). Desde a abertura de capital a Companhia apresentou crescimento médio de vendas de 19% ao ano.
MissãoGarantir a melhor experiência de compra para todos os nossos clientes, em cada uma de nossas lojas. VisãoO Grupo Pão de Açúcar almeja ampliar a participação no mercado brasileiro de varejo e tornar-se a empresa mais admirada por sua rentabilidade, inovação, eficiência, responsabilidade social e contribuição para o desenvolvimento do Brasil. PilaresCliente: nossa razão de ser O Grupo Pão de Açúcar está voltado para os seus clientes, cuidando para que todo contato que ele tenha com as suas marcas se traduza na melhor experiência e alimente uma longa relação de fidelidade.
EstratégiaA estratégia do Grupo Pão de Açúcar é direcionada para a busca por ganhos de eficiência, que permitam operar com despesas menores e maior competitividade. Em 2006, um dos desafios estratégicos do Grupo foi compatibilizar o imediatismo do varejo com um plano estruturado para os próximos anos, que resultou na definição do Planejamento Estratégico até 2010. Entre as metas estabelecidas, destacam-se um crescimento de vendas significativo, com vendas brutas de R$ 25,0 bilhões (descontados os efeitos da inflação) ao final do período e o aumento do retorno sobre o capital investido (ROIC), de 10,0% para 15,0%. Para alcançar esses objetivos macro, foram definidas sete grandes diretrizes:
Objetivos 2007Consolidação da Competitividade
Reforço em Não-Alimentos e Global Sourcing
Marcas próprias
Comércio Eletrônico
Sendas Distribuidora
Crescimento Orgânico
Vantagens CompetitivasPara cumprir sua estratégia de crescimento sustentável com competitividade, eficiência e rentabilidade, o Grupo Pão de Açúcar está atento às características específicas do negócio e dedica atenção especial a determinadas áreas, capazes de se transformar em diferenciais importantes em um segmento marcado pela forte concorrência, como o varejo de alimentos no Brasil. Marcas PrópriasOs produtos marca própria são um dos temas que englobam o planejamento estratégico do Grupo, que pretende dobrar a participação desses itens de 5% para 10% das vendas até 2010. Além de reforçar a imagem e trazer rentabilidade e competitividade às bandeiras, as marcas próprias funcionam como uma importante ferramenta de fidelização dos consumidores. Tecnologia da InformaçãoUm dos pilares do Grupo, a tecnologia é mais que apenas uma área de suporte e atua como parceiro das demais áreas, auxiliando na consolidação das diversas ações estratégicas. Cadeia de SuprimentosGraças à sua capacidade de agregar valor às Unidades de Negócio, por meio da redução de rupturas, de custos e de investimentos em estoque, a Cadeia de Suprimentos é um importante diferencial para o Grupo. Em linha com as iniciativas desenvolvidas em toda a Organização, em 2006 o foco da área continuou na busca pela redução de despesas e melhoria do nível de serviço. Financeira Itaú CBDCom uma participação de 13% nas vendas e 340 unidades instaladas nas lojas do Grupo, a FIC participa da estratégia do negócio, mantendo-se alinhada aos objetivos das UNs, respeitando as características e expectativas de seus controladores: do banco, que é focado em resultados e do varejista, que trabalha para fazer com que o cliente volte para comprar em sua loja. Ferramentas de GestãoA adoção de ferramentas de gestão no Grupo Pão de Açúcar está associada à busca do crescimento sustentado, da redução de despesas e do retorno aos investimentos. A metodologia OBZ é utilizada para auxiliar na construção de orçamentos a partir de bases racionais e necessidades reais. Para garantir o monitoramento da gestão e o acompanhamento do planejamento estratégico, está sendo introduzido o BSC, que permitirá uma avaliação contínua de indicadores de performance nas perspectivas financeira, de mercado, de processos internos e de aprendizado e conhecimento. Conhecimento do consumidorPara o Grupo Pão de Açúcar, entender os anseios do consumidor é um instrumento importante para poder se diferenciar da concorrência. Por isso, periodicamente são realizadas pesquisas de conhecimento do consumidor para atender às necessidades e peculiaridades dos clientes, em diferentes níveis. CertificaçõesEm 2006, a Central de Distribuição de mercearia – a maior do Grupo, com 110 mil metros quadrados de área – foi certificada pela ISO 9001. E, pelo terceiro ano consecutivo, a central de distribuição de produtos resfriados e congelados manteve a certificação ISO 9001:2000. O mercado varejista brasileiroO setor brasileiro varejista de alimentos representou aproximadamente 5,3% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil em 2006. De acordo com a ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados), o setor varejista de alimentos no Brasil registrou receitas brutas de R$ 124,1 bilhões em 2006, representando um aumento de 4,8% sobre 2005. O setor varejista de alimentos no Brasil é altamente fragmentado. Todavia, apesar da consolidação dentro do setor varejista de alimentos, em 2006, as três maiores redes de supermercados representaram aproximadamente apenas 34,1% do setor varejista de alimentos em 2006. De acordo com a ABRAS, nossas vendas brutas representaram 13,3% das vendas brutas de todo o setor varejista de alimentos em 2006. A presença estrangeira no setor varejista de alimentos brasileiro começou com a rede varejista líder na França, o Carrefour, que inaugurou seu primeiro hipermercado há 32 anos. Na última década, a rede internacional Wal-Mart ingressou também no mercado brasileiro, a maior parte por meio da aquisição de redes domésticas de varejo de alimentos, e a competição no setor intensificou-se. Os pequenos e médios varejistas representam 65,9% do setor segundo a ABRAS. Por esse motivo o setor de varejo de alimentos é bastante competitivos. O nível de penetração de supermercados no Brasil hoje, em termos de número de supermercados em relação à população e área geral, é estimado ser menor que os níveis dos Estados Unidos da América e de muitos países da Europa Ocidental, tais como França, e de alguns países sul-americanos, como o Chile. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população total do Brasil era de aproximadamente 186,8 milhões de habitantes no final de 2006, posicionando o Brasil como o quinto país mais populoso do mundo, com uma população que cresce atualmente a uma taxa de 1,7% ao ano. Pelo fato de aproximadamente 82,8% da população viver em áreas urbanas e essa população urbana tem crescido a uma taxa maior do que a população brasileira como um todo, nosso negócio está particularmente bem posicionado para se beneficiar em economia de escala decorrente do crescimento urbano brasileiro. A cidade de São Paulo, com aproximadamente 11,0 milhões de habitantes atualmente, e o Rio de Janeiro, com uma população de aproximadamente 6,1 milhões, são as duas maiores cidades brasileiras. O Estado de São Paulo tem uma população total que excede 41,1 milhões de habitantes, representando aproximadamente 22,0% da população brasileira. O Estado de São Paulo é o maior, e o Estado do Rio de Janeiro o segundo maior mercado consumidor no qual operamos. O setor brasileiro varejista de alimentos é essencialmente orientado para o crescimento, à medida que as margens do varejo são significativamente mais restritas do que aquelas de outros ramos de negócios. Somos, portanto, intrinsecamente dependentes das taxas de crescimento da população urbana do Brasil e de seus diferentes níveis de renda. Embora o custo de vida no Brasil seja menor em relação à América do Norte, à Europa Ocidental e ao Japão, a renda per capita no Brasil é substancialmente inferior.
Classe Renda anual (em reais) A classe A representa somente 6% da população urbana, e a classe B representa 23% da população urbana. As classes C, D e E representam, conjuntamente, 71% de toda a população urbana. Em anos recentes as classes C, D e E têm crescido, detendo agora um maior poder aquisitivo. Os níveis salariais no Brasil têm se demonstrado, geralmente, defasados quando comparados com o aumento das taxas de juros e câmbio, bem como com níveis de preços. Acreditamos que o aumento do consumo das classes mais baixas acontecerá por meio de aumentos graduais nos salários e do constante crescimento da população. Conforme observado nos anos imediatamente posteriores à introdução do real, até mesmo pequenos incrementos no poder aquisitivo geralmente implicam aumentos significativos no consumo em termos absolutos, assim como um aumento nos gastos com produtos alimentícios de primeira linha e com outros produtos não-alimentícios, inclusive produtos eletrodomésticos e eletrônicos. Centros de DistribuiçãoGraças à sua capacidade de agregar valor às Unidades de Negócio, por meio da redução de rupturas, de custos e de investimentos em estoque, a Cadeia de Suprimentos é um importante diferencial para o Grupo. Cadeia de Suprimentos conta com uma ampla estrutura formada por 19 Centros de Distribuição (CDs). Localizados nas cidades de São Paulo, Brasília, Fortaleza, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador e Recife, eles somam uma área total de 385 mil metros quadrados. O Grupo conta com uma operação logística eficiente, com um nível de centralização de 85%, que permite menores custos logísticos e maiores ganhos de produtividade. Em linha com as iniciativas desenvolvidas em toda a Organização, em 2006 o foco da área continuou na busca pela redução de despesas e melhoria do nível de serviço. As principais atividades desenvolvidas com esses objetivos foram:
RegionalizaçãoPara reduzir a ruptura, o custo de transportes e o tempo de entrega dos produtos nas lojas, o Grupo Pão de Açúcar aumentou a centralização dos produtos nas Centrais de Distribuições Regionais. Novas formas de transporteIntensificação de meios alternativos de transporte como cabotagem e ferroviário, com redução de até 40% no custo do transporte. Otimização do uso da frotaA partir da integração com os fornecedores, foi implementado o sistema back-haul, que garante uma maior produtividade da frota que presta serviço ao Grupo, pois ao invés de retornar vazio para a central de distribuição após a entrega dos produtos na loja, o caminhão volta carregado com produtos de determinado fornecedor. Redução de rupturasEm 2007, o Grupo Pão de Açúcar investirá fortemente em ações que permitam entender as causas da ruptura no elo final da cadeia de suprimentos do varejo, a gôndola. Para isso, foram criadas duas frentes que serão responsáveis por medir e combater essa ruptura. A primeira frente vai mensurar a ruptura na gôndola, com a visão do cliente. Assim como a troca de informação com fornecedores (TIF), outras ações com esses parceiros são fruto do Top Log, o programa de relacionamento do Grupo Pão de Açúcar com seus principais fornecedores que busca a máxima eficiência logística na Cadeia de Abastecimento. O programa encerrou 2006 com 108 empresas participantes, responsáveis por 50% das vendas do Grupo. Durante o ano também foi inaugurada uma nova Central de Distribuição de mercearia em Brasília, reduzindo o custo com frete para atendimento das lojas que eram abastecidas por São Paulo. Além disso, entrou em operação uma nova Central em São Paulo, dedicada à operação de comércio eletrônico. A expectativa para 2007 e para os próximos anos é concentrar os investimentos em duas frentes: expansão da capacidade de armazenagem e tecnologia, para reduzir custos e garantir maior produtividade e acuracidade nos processos.
SustentabilidadeDesempenho SocialO Grupo Pão de Açúcar mobiliza esforços a fim de contribuir para o fortalecimento da vida comunitária por acreditar que o estímulo à participação do indivíduo como agente transformador da sua própria realidade, fazendo uso dos meios de que dispõe nas localidades em que está inserido, é um mecanismo eficiente para minimizar as carências sociais e as necessidades que ainda não foram supridas em sua totalidade pelas políticas públicas. Para isso, utiliza sua ampla capilaridade como um instrumento de difusão e mobilização à prática da cidadania, posicionando-se como parceiro da comunidade do entorno das suas lojas para o desenvolvimento local, sempre valorizando e respeitando as especificidades de cada região.
Criado em 1998 para orientar o investimento social da Empresa, o histórico do Instituto se confunde com a história da evolução da responsabilidade social no Brasil. Inicialmente restrito aos trabalhos direcionados para a educação de crianças e adolescentes, o Instituto passou a coordenar todo o investimento social do Grupo, formando uma estrutura de ações mais integradas e articuladas que, somadas ao longo dos anos, contribuíram para o desenvolvimento social e ambiental das comunidades onde a Empresa atua e beneficiaram diretamente mais de 60 mil crianças e jovens no programa educacional.
Outra contribuição importante do Grupo Pão de Açúcar para as comunidades locais é a disposição em transferir conhecimento a agentes multiplicadores, que ampliam e potencializam o raio de alcance de ações. Um exemplo disso é a parceria com a Prefeitura Municipal de São Paulo para a realização do Projeto Acordes nos CEUs (Centro de Educação Unificados), um programa de ensino de música que inseriu o conhecimento musical no cotidiano de 2 mil jovens de 7 a 17 anos no período de 2003 a 2006.
O olhar cuidadoso que o Grupo Pão de Açúcar direciona para as comunidades locais, preservando as manifestações culturais de cada região, se manifesta em ações simbólicas como o patrocínio desde 2000 a um dos mais importantes blocos afros do Brasil, o Ilê Aiyê, conhecido internacionalmente pelo seu projeto social, que atende a mais de 2 mil crianças no bairro da Liberdade, em Salvador (BA).
O foco no desenvolvimento de ações que melhorem a qualidade de vida nas comunidades em que o Grupo Pão de Açúcar está instalado aparece em iniciativas como o Super Copa, campeonato de futebol direcionado para garotos entre 13 e 16 anos, moradores das regiões que abrigam lojas do Compre Bem (em São Paulo) e Sendas (no Rio de Janeiro). Criado em 2003, o Super Copa se configura como uma medida de inclusão sócio-recreativa.
Ciente de que a construção de uma sociedade mais justa é responsabilidade de todos, o Grupo Pão de Açúcar mantém em vigor uma série de ações de mobilização social que envolvem a comunidade e os colaboradores da Empresa, bem como incentiva o trabalho voluntário, reafirmando sua crença de que é preciso unir forças em torno de objetivos comuns. Em 2006, este posicionamento se fez presente principalmente na organização de parcerias para a realização das campanhas de arrecadação de agasalhos nas lojas do Grupo. Qualidade de VidaNo Grupo Pão de Açúcar, a preocupação com a saúde e a qualidade de vida dos clientes começa pelo rigor com que a Empresa seleciona os produtos vendidos em suas lojas, buscando a excelência no atendimento das recomendações como prazos de validade, higiene na manipulação dos alimentos, armazenamento adequado dos produtos e frescor dos itens comercializados.
A Empresa acredita que sua contribuição para este propósito está na disseminação de valores e informações sobre práticas cotidianas saudáveis e prazerosas, assim como na criação de oportunidades para que as pessoas tenham experiências que promovam o bem-estar e o auto-desenvolvimento. Com este intuito, o Grupo Pão de Açúcar lançou em 2006 o Programa Alimentação Saudável, uma cozinha itinerante que oferece cursos de culinária nas lojas da bandeira Compre Bem, em parceria com a Secretaria Municipal de Abastecimento, da Prefeitura Municipal de São Paulo.
Ciente de que o bem-estar físico depende em larga medida da prática cotidiana de atividades físicas, o Grupo se empenha em disseminar este valor que faz parte do DNA da Empresa. Um exemplo deste espírito é o Circuito Nacional Pão de Açúcar de Corridas, que contempla corridas de 10 quilômetros, além das provas da Maratona de Revezamento de São Paulo, já em sua 14ª edição, e da Maratona de Revezamento de Fortaleza, em seu quinto ano de existência. Efeito semelhante de disseminação e adesão das pessoas ao esporte é verificado no circuito Extra Bike Brasil, criado em 2003. Dividida em 10 etapas, reunindo cerca de 3 mil participantes por etapa, a prova já se transformou num dos eventos mais importantes do Brasil nesta modalidade. Por considerar o atleta profissional um ícone que pode servir de exemplo principalmente para crianças e jovens, disseminando valores ligados ao esporte, como espírito de equipe, disciplina e superação, o Grupo renova anualmente seus compromissos de patrocínio aos atletas profissionais. Em 2006, 36 atletas de categorias como triathlon, atletismo e ciclismo, receberam apoio da Empresa.
Empenhado em promover a qualidade de vida também no que se refere à dimensão mental, o Grupo Pão de Açúcar promove e apóia iniciativas de democratização do acesso à cultura. Nos últimos anos, o foco principal destas ações tem sido a promoção e realização de shows musicais por todo o Brasil. Em 2006, o Pão Music, que leva lazer e cultura para populações de várias localidades do Brasil, realizou shows nas cidades de Fortaleza, Brasília, João Pessoa e Campinas, com uma média de público de 70 mil pessoas por show. O Pão Music já atraiu mais de 600 mil expectadores em seus 14 anos de existência. Desempenho AmbientalUtilizando-se positivamente da capilaridade do seu negócio, que o posiciona entre muitas e diversas culturas, o Grupo Pão de Açúcar atua primeiramente de forma a proteger o meio ambiente em todas as localidades nas quais desenvolve suas atividades comerciais, utilizando os recursos naturais de forma racional. Esta preocupação aparece já no processo de escolha da localização de suas lojas. O Grupo tem como prática realizar testes de passivo ambiental no processo de aquisição dos imóveis, garantindo que lojas sejam instaladas em terrenos seguros do ponto de vista ambiental, praticamente eliminando a possibilidade de que algum problema venha a ocorrer posteriormente. O rigor na obediência dos padrões ambientais e na postura pró-ativa em relação a estas questões tem continuidade ao longo da construção das lojas. O Grupo dá preferência, sempre que possível, ao emprego de material reciclável em itens como portas, divisórias, fios e tubos de PVC. A mesma responsabilidade na instalação das lojas foi transferida aos postos de combustíveis, com a adoção de monitoramento do impacto ambiental em sua implantação.
O Grupo investe permanentemente em programas de conscientização ambiental direcionados a todos os públicos com os quais se relaciona. Entre as mais abrangentes medidas adotadas neste sentido, destacam-se as Estações de Reciclagem, projeto pioneiro no varejo brasileiro. Instaladas nas lojas Pão de Açúcar desde 2001, elas atingiram em 2006 a marca de 98 postos de entrega voluntária, nas quais já foram coletadas ao longo destes anos mais de 14,8 toneladas de resíduos. Ancorado no conceito amplo de responsabilidade compartilhada, o projeto vai muito além da coleta de materiais, funcionando como mecanismo gerador de envolvimento de toda a cadeia – desde a indústria, passando pelas prefeituras das cidades onde as lojas estão presentes, os consumidores e as cooperativas de catadores de material reciclável –, gerando renda e trabalho. Além das Estações de Reciclagem, as áreas internas e operacionais do Grupo também são envolvidas nos processos de conscientização e engajamento.
Contribuir para a conscientização sobre a responsabilidade das ações individuais na qualidade de vida do planeta tem servido de base também para as iniciativas de educação para o consumo consciente, direcionadas principalmente para crianças e jovens. Um programa que segue este propósito é o Pão de Açúcar Kids, um espaço lúdico instalado em duas lojas de São Paulo, onde a criança aprende sobre a operação de um supermercado e tem noções sobre consumo consciente. Outro programa é o Cidadão Kids em Ação, direcionado a escolas e demais instituições de ensino, por meio do qual crianças e jovens fazem visitas monitoradas às lojas, nas quais recebem informações sobre fabricação e comercialização dos produtos, além de orientações sobre a importância da reciclagem para a manutenção da qualidade de vida no planeta, entre outras. Na mesma linha, a Empresa mantém o Escola Vai ao Extra, direcionado para crianças entre 5 e 12 anos, que recebem informação sobre o funcionamento da cadeia de consumo, o que lhes permite desenvolver as primeiras noções sobre o papel de cada um na consolidação do conceito de consumo consciente. Fatores de RiscoO Grupo Pão de Açúcar ampara sua atuação por uma série de análises e procedimentos que têm por objetivo minimizar a vulnerabilidade de suas operações e o impacto de variáveis no desempenho do negócio. Riscos Operacionais
O Grupo Pão de Açúcar enfrenta a alta competitividade do mercado varejista com alguns diferenciais: nacionalização dos processos de compra e gestão de categoria; estrutura multiformato; serviços e produtos adaptados às necessidades de cada público; marcas próprias, com ênfase para itens de maior valor agregado; qualidade de serviços; economia de escala; e ampla rede de distribuição.
Além de manter suas instalações e equipamentos cobertos por apólices de seguro, o Grupo Pão de Açúcar monitora permanentemente a situação de cada unidade, com rígido controle de todas as operações. A integridade física dos clientes e colaboradores que circulam pelas lojas é assegurada pelo departamento de Engenharia de Riscos, responsável por identificar possíveis situações de risco e gerenciar a prioridade de execução das ações de mitigação.
O domínio da tecnologia é um dos pilares do Grupo, que investe continuamente em atualização e modernização, buscando o máximo de retorno e controle das diversas operações que envolvem o negócio. Financeiros
O risco de crédito do Grupo, que efetua vendas diretamente aos consumidores, é minimizado em função da grande carteira de clientes e de procedimentos de controles que monitoram a capacidade de pagamento dos consumidores. Além disso, com a criação da FIC – Financeira Itaú CBD, os riscos de crédito passaram a ser geridos pela nova empresa, que desenvolveu um modelo específico de análise e concessão. Os riscos da aceitação de cheques à vista e a prazo (pré-datados) é minimizado com a adoção de processos de segurança como: cadastramento prévio dos clientes e consultas on-line a serviços de informação.
Para recompor um capital de giro que sustente as operações de vendas a prazo aos consumidores, o Grupo cede parte desses recebíveis para o Pão de Açúcar Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC).
Para proteger suas captações de recursos em dólares, o Grupo utiliza contratos de swap para reais/CDI em 100% dessas operações, que são realizadas nos mesmos prazos dos fluxos das operações. Prêmios e Reconhecimentos2006
2005
2004
BandeirasPara garantir a atuação no mercado e atender às diferentes necessidades e expectativas dos consumidores, o Grupo Pão de Açúcar mantém uma estrutura multiformato, formada pelos modelos supermercados (Pão de Açúcar, CompreBem, Sendas e Extra Perto), hipermercados (Extra), lojas de produtos eletrônicos/eletrodomésticos (Extra-Eletro) e lojas de conveniência (Extra Fácil), cada um com seu posicionamento definido a partir de constantes pesquisas e de um trabalho minucioso de construção do DNA das marcas.
Pão de Açúcar Supermercado de vizinhança, com foco nos consumidores das classes A/B e que oferece, em alimentos, o melhor atendimento, serviço, qualidade de produtos e variedade.
CompreBem / Sendas O CompreBem/Sendas é um supermercado próximo da mulher batalhadora, que faz o máximo para ajudá-la a cumprir um grande desafio: fazer o orçamento restrito render para garantir a compra de tudo o que sua família precisa.
Extra Hipermercado da família brasileira, que oferece atendimento e serviços diferenciados, ambiente moderno e agradável, grande variedade de produtos alimentícios e não-alimentos a preços competitivos.
Extra-Eletro Especializadas em produtos eletroeletrônicos, as lojas Extra/Eletro também comercializam móveis e itens de bazar, com foco direcionado especialmente na excelência do atendimento ao consumidor.
Extra Fácil Loja de proximidade que oferece uma experiência de compra agradável e conveniente, com produtos e serviços essenciais e uma percepção preço-qualidade muito clara para os consumidores.
Extra Perto Supermercado que oferece soluções e novidades dirigidas às famílias brasileiras que buscam um mix completo de alimentos e sortimento adequado de não-alimentos, para uma compra ágil, prática e completa, num espaço acolhedor.
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